É um doce aroma que tenta embaçar a dor do momento.
Elas não funcionam em mim...
Eu não queria subir novamente aquela escada,
Passar pela grande porta e ver alguém querido ali deitado.
Não, outra vez não.
E, quando a hora chega, caminhar lento até o local de descanso,
Segurando os teus entes queridos que ameaçam desabar diante da dor.
Não, eu não sou pilar tão forte.
E quando a terra forçar a despedida,
Tentar, sem sucesso, ser homem e não chorar.
Não, outra vez não.
E quando absolutamente tudo passar,
No aconchego de casa a realidade toca:
Não, ele não está mais lá. Nunca mais vai estar...
Saudades eternas, Vô!
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